quarta-feira, 9 de março de 2011

a fiat

Fiat logo.jpgHistória
 
O nome FIAT é um acrônimo de Fabbrica Italiana Automobili Torino ("Fábrica Italiana Automobilística de Turim" em português), mas também pode significar "faça-se" em Latim. Fundada por Giovanni Agnelli, em 11 de Julho de 1899. Seu neto, Gianni Agnelli, chefiou a FIAT de 1966 até sua morte em Janeiro de 2003, quando foi sucedido por seu irmão Umberto Agnelli. Depois da morte de Umberto, em 2004, Luca Cordero di Montezemolo foi nomeado presidente da empresa, porém o herdeiro de Agnelli, John Elkann, tornou-se vice-presidente, com 28 anos. Outros membros da família Agnelli continuam na direção.
As atividades do grupo eram inicialmente centralizadas na fabricação de automóveis e de veículos industriais e agrícolas. Na primeira década do século XX já fabricava também locomotivas, e, com o início da Primeira Guerra Mundial, passou a fabricar ambulâncias, metralhadoras e até motores para submarinos. Com o tempo, diversificou suas atividades, e hoje o grupo atua em vários setores industriais e financeiros. O centro de suas atividades industriais está na Itália, porém atua através de subsidiárias em 61 países, com 1063 unidades que empregam 223.000 pessoas, 111 mil das quais fora da Itália.

[editar] Atividades

O grupo FIAT, desde fins dos anos 1960, adquiriu (ou passou a controlar) uma vasta gama de empresas, tais como:
  • Empresas automobilísticas - a lista inclui marcas como Ferrari, Lancia, Autobianchi (que já pertencia à Lancia), Maserati, Alfa Romeo e Innocenti. A Fiat também é dona de marcas de veículos industriais, incluindo OM e Iveco . Nos anos 70 e 80, a empresa se tornou pioneira no uso da robótica na montagem de motores automotivos. As unidades fabris da FIAT estão entre as mais automatizadas do mundo. Mais recentemente, com a ajuda do governo estadunidense, uniu-se com o grupo Chrysler, compartilhando tecnologia com as marcas daquele grupo: Chrysler, Dodge e Jeep.
  • Máquinas agrícolas - o grupo Fiat é também dono da CNH Global, Case, New Holland e do fabricante canadense Flexy-Coils
  • Veículos para construção, fabricados pela Fiat-Hitachi Construction e New Holland Construction.
  • Ônibus - fabricados com as marcas Fiat, Iveco ou Irisbus
  • Aviação - aviões e suas peças eram produzidas pela FiatAvio, (atualmente apenas Avio, e que não mais faz parte do grupo).
  • Veículos militares
  • Autopeças - o maior fabricante italiano de componentes automotivos, a Magneti-Marelli pertence à Fiat, e que por sua vez é dono das marcas Carello, Automotive Lighting, Siem, Cofap, Jaeger, Solex, Veglia Borletti, Vitaloni e Weber. Outra marca de acessórios que pertence ao grupo é a Riv-Skf.
  • Aço e metalurgia - O grupo Fiat é dono da Teksid e produz máquinas para a indústria, incluindo máquinas para a indústria automobilística, com a marca Comau Systems, a qual adquiriu as marcas Pico, Renault Automation e Sciaky.
  • Imprensa - o grupo Fiat também atua no campo editorial, sendo proprietário do jornal italiano La Stampa (criado em 1926) e as editoras Itedi e Italiana Edizioni. Possui também a empresa de venda de espaços publicitários Publikompass.
  • Atividades financeiras - Era dono de uma importante empresa de seguros italiana, a Toro Assicurazioni, cedida em 2003 ao Grupo De Agostini. E ainda de empresas menores, como Lloyd Italico e Augusta Assicurazioni, permitindo-o interagir com bancos associados. Também atua na área financeira através do CNH Capital.
  • Construção - Ingest Facility e Fiat Engineering trabalham com vários ramos da construção civil, enquanto a empresa IPI intermedeia negócios com propriedades.
  • Tecnologia de informação - A Fiat está presente com a ICT - Information & Communication Technology, Espin, Global Value, TeleClient e Atlanet.
  • Lazer O grupo possui instalações de esqui Sestrieres, nos Alpes, criada pela família Agnelli.
  • Outros negócios empresas menores, como Fiat Gesco, KeyG Consulting, Sadi Customs Services, Easy Drive, RM Risk Management e Servizio Titoli trabalham para serviços públicos, prestando serviços de consultoria econômica a financeira. A Fiat também é proprietaria da Juventus FC, clube da 1ª Divisão do Campeonato Italiano
A Fiat patrocina a Fondazione Giovanni Agnelli, fundação de pesquisa nas áreas social e econômica, e também patrocina o Palazzo Grassi, famoso edifício antigo de Veneza, que hoje é um museu.

[editar] Fora da Itália

A empresa está presente em diversos países. Foi uma das pioneiras na construção de fábricas no Leste Europeu, especialmente na antiga União Soviética, com fábricas em Vladivostok, Kiev e Togliattigrad. A empresa russa AutoVAZ (mais conhecida por Lada) é o exemplo mais conhecido. Possui hoje fábricas no Brasil , Turquia, China, Polónia, Argentina, África do Sul e Índia, onde produz modelos adaptados aos mercados locais e às vezes voltados à exportação, como a linha Palio. No Brasil, segundo o site da montadora, a FIAT está instalada desde 1973 em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e hoje lidera a produção e as vendas no mercado do país, tornando-se a mais importante unidade produtora fora da Itália. Sua planta de Betim é a maior produtora de veículos do Grupo no mundo. Ao fim de 2010 a FIAT anunciou que terá, além da planta em Betim, uma planta no complexo de Suape, estado do Pernambuco, com capacidade para montar mais 200 mil carros/ano[1], tornando assim a capacidade produtiva da fiat no Brasil na casa dos 350 mil carros por ano.
Nos Estados Unidos, porém, a marca Fiat teve pouco sucesso devido à fragilidade dos primeiros modelos, e o acrônimo "Fiat" tornou-se conhecido como "Fix It Again, Tony" (conserte-o de novo, Tony). Já as marcas Ferrari, Maserati, Lancia e Alfa Romeo, todas da FIAT, têm prestígio mundial. No Brasil, a marca FIAT começou a adquirir prestígio em meados de 1980 com o lançamento de carros populares (como o Uno). Posteriormente, apresentou carros com qualidade e motores superiores, consquistando grande parte do mercado brasileiro de automóveis.
Modelos Fiat atualmente produzidos no Brasil
  • Fiat Doblò (tipo SUV)- Versões Cargo, 1.4, ELX, HLX e Adventure Locker
  • Fiat Ducato (em parceria com a Peugeot e Citroën (Sevel) é fabricado na fábrica da Iveco em Sete Lagoas/MG).
  • Fiat Fiorino (furgão) Única versão - 1.3 flex
  • Fiat Idea (monovolume)- Versões Attractive 1.4, Essence 1.6 16V, Essence Dualogic 1.6 16V, Sporting 1.8 16V, Sporting Dualogic 1.8 16V, Adventure 1.8 16V e Adventure Dualogic 18 16V
  • Fiat Mille - Versões Fire Economy e Way Economy
  • Fiat Linea - HLX 1.8 16V, HLX 1.8 16V Dualogic, LX 1.8 16V Dualogic, LX 1.8 16V, Absolute 1.8 16V Dualogic e T-Jet Turbo 1.4
  • Fiat Palio - Versões Fire Economy, ELX 1.0, Attractive 1.4, Essence 1.6 16V e Essence 1.6 16V Dualogic.
  • Fiat Palio Weekend - Versões Attractive 1.4, Trekking, Adventure Locker, Adventure Locker Dualogic
  • Fiat Punto - Versões Attractive 1.4, Essence 1.6 16V, Essence 1.8 16V, Essence 1.8 16V Dualogic, Sporting 1.8 16V, Sporting 1.8 16V Dualogic e T-Jet
  • Fiat Siena - Versões Fire, EL, Attractive 1.0, Attractive 1.4, Tetrafuel 1.4, Essence 1.6 16V e Essence 1.6 16V Dualogic
  • Fiat Novo Uno - Versões Vivace 1.0, Attractive 1.4, Way 1.0 e 1.4, SpoRting 1.4
  • Fiat Strada (pick up)- Versões Working, Fire, Trekking e Adventure Locker
  • Fiat Uno Furgão - Única versão - 1.3 flex
  • Fiat Nuova 500 Versões Sport 1.4 16V, Lounge 1.4 16V
  • Fiat Bravo Versões Essence 1.8 16V, Essence 1.8 16V Dualogic, Absolute 1.8 16V, Absolute 1.8 16V Dualogic

[editar] Modelos Antigos

o natal, christmas

Christmas collage.PNGO Natal ou Dia de Natal é um feriado comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro), que comemora o nascimento de Jesus de Nazaré.[2][3] A data de comemoração do Natal não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romano[4] ou com o solstício de inverno.[5] O Natal é o centro dos feriados de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no Cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal que dura doze dias.[6]
Embora tradicionalmente seja um feriado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos,[1][7] sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.[8]
Como a troca de presentes e muitos outros aspectos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade econômica entre cristãos e não cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período chave de vendas para os varejistas e para as empresas. O impacto econômico do Natal é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.

caucaia

Etimologia
O topônimo "Caucaia" vem do tupi, podendo significar:
  • caa (mato) e caia (queimado): "mato queimado";[6]
  • cau (vinho de caju) e caia (queimado).[7]
Sua denominação original era "Caucaia", depois "Aldeia dos Caucaias", "Vila dos Caucaias", "Aldeia de Nossa Senhora dos Prazeres de Caucaia", "Vila Nova de Soure", "Vila do Soure", "Soure" e, desde 1943, "Caucaia".[8]

[editar] História

A região ás margens do rio Ceará e aos aredores das serras metropolitanas, eram habitadas por diversas etnias Tupi e Tapuia, tais como os Potygauara, Tapeba, Apuiaré, Jenipapo, Parnamirim, Anacé, Cariti, Panatiquarema,[7][9] e outros, antes da passagem dos jesuítas Luís Figueiras e Francisco Pinto no século XVII.
Depois da saída do Ceará dos holandeses,[10][11] e e a reconquista da região pelos portugueses, iniciou-se o processo de catequese en aldiamento dos índios, resultando a ciação do Aldeiamento de Caucaia, na segunda década do século XVII.
A partir de 1759, depois da expulsão dos jesuítas, a Aldeia de Nossa Senhora dos Prazeres de Caucaia, passou a ser conhecida por Vila Nova de Soure. Neste mesmo período os índios Tremembé, deslocam-se para este aldeiamento, mas devido a fracasso de adptação estes retornam a Itarema.
Com a expanção da pecuária, as semarias e o povoado ao redor de igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, durante o cima referido século, a vila conosolida-se como um centro urbano.
Em 1917, com a criação da E. F. Fortaleza-Itapipoca, ou ramal de Itapipoca da RVC, Caucaia firma-se como centro regional com quatro estações de trem (Caucaia, Boqueirão, Arara/Guararu, Cauípe e Catauna).[12][13][14][15][16]
Com a criação da RMF, Caucaia expandiu-se como centro habitacional e industrial.

 Geografia

Clima

subtropical semi-arido com pluviometria média de 1.492 mm[17] com chuvas concentradas de janeiro à abril.[18]

 Hidrografia e recursos hídricos

As principais fontes de água fazem parte da bacia Metropolitana, sendo elas os rio: Ceará e Maranguapinho, riacho do Cauípe e outros tantos; diversas lagoas: do Banana, Barra do Cauípe e outras. Existem ainda diversos açudes, dentre eles o de maior deataque é o do Bom Pricípio.[19]

 Relevo

Na região de Caucaia predomina a planície litorânea, com campos de dunas móveis e fixas, e pelas formas planas com fraco entalhe das drenagens dos tabuleiros; as altitudes ficam abaixo da centena de metros, o ponto culminante a Serra de Maranguape e outras serras. São ali encontrados os solos podzólicos e areias quartzosas distróficas.[19]

 Vegetação

A vegetação local é composta de floresta à retaguarda das dunas(gramíneas e ervas) e a vegetação de tabuleiros, com espécies da caatinga mescladas com espécies de mata serrana.[19]

 Subdivisão

O município é dividido em distritos: Caucaia(sede), Bom Princípio, Catuana, Guararu, Jurema, Mirambé, Sítios Novos e Tucunduba.[8]

 Economia

A economia local é baseada na agricultura: algodão, banana, caju, cana-de-açúcar, mandioca e feijão; pecuária: bovino, suíno e avícola.
Caucaia faz parte da Região Metropolitana de Fortaleza, e no município situam-se de mais de uma dezena de indústrias.
Em suas terras foram registradas ocorrências de Diatomita, Calcita, Grafita e Biolita.

 Turismo

O turismo também é uam importante fonte de renda devido os atrativos naturais, arquitetura colonial, cultura índigena e locais de peregrinação(turismo religioso):
  • As praias: do Cumbuco, do Icaraí, do Pacheco, de Iparana, dois Coqueiros e da Tabuba; as lagoas: do Banana e a Barra do Cauípe;
  • Parque Botânico do Ceará;
  • O centro histórico-cultural de Caucaia, pela sua arquitetura antiga e peculiar;
  • A Casa de Câmara e a Cadeia (metade do século XVIII).
  • Centro de Produção Cultural Tapeba, um local no qual pode-se conhecer a história e a cultura do índios Tapeba.
  • O santuário de Santa Edwiges no bairro do Garrote. considerado um dos maiores santuário da santa no brasil.

 Cultura

Os principais eventos culturais são:
  • Festa de Santo Antônio (01 e 02/junho),
  • Festa de São pedro (29/junho),
  • Carnaval
  • Festas da Padroeira (05 a 15 de agosto)
  • Dia do Município (15 de outubro)
  • Campeonato de Surf (06 e 07/julho),
  • Vaquejadas:(outubro, julho e novembro).

 Política

A administração municipal localiza-se na sede: Caucaia.[8]

descobrimento do brasil

Coat of arms of Brazil.svgO termo descoberta do Brasil se refere à chegada, em 22 de abril de 1500, da frota comandada por Pedro Álvares Cabral ao território onde hoje se encontra o Brasil. A palavra "descoberta" é usada nesse caso em uma perspectiva eurocêntrica, referindo-se estritamente à chegada de europeus às terras do atual Brasil, que já eram habitadas por vários povos indígenas.
Embora quase exclusivamente utilizado em relação à viagem de Cabral, o termo "descoberta do Brasil" também pode referir-se à suposta chegada de outros navegantes europeus antes de Cabral. Esse é o caso das possíveis expedições do espanhol Vicente Yáñez Pinzón em 26 de janeiro de 1500[1][2], e de Duarte Pacheco Pereira[3] em 1498.[4]
Confirmando o sucesso da viagem de Vasco da Gama no âmbito de encontrar um novo caminho para as Índias - visto que o Mediterrâneo se encontrava sob posse dos mouros, o Rei D. Manuel I se apressou em mandar aparelhar uma nova frota para as Índias, frota esta ainda maior que a primeira, sendo composta por treze embarcações e mais de mil homens. Com exceção dos nomes de duas naus e de uma caravela, não se sabe como se chamavam os navios comandados por Cabral.
Aquela era a maior esquadra até então enviada para singrar o Atlântico: dez naus, três caravelas e uma naveta de mantimentos. Embora não se saiba o nome da nau capitânia, a nau sota-capitânia, capitaneada pelo vice-comandante da armada, Sancho de Tovar se chamava El Rei. A outra cujo nome permaneceu é a Anunciada, comandada por Nuno Leitão da Cunha. Esta última pertencentia a Dom Álvaro de Bragança, filho do duque de Bragança e fora equipada com os recursos de Bartolomeu Marchionni e Girolamo (ou Jerônimo) Sernige, banqueiros florentinos que residiam em Lisboa e investiam no comércio de especiarias. As cartas que eles trocaram com seus sócios e acionistas italianos preservaram o nome do navio.
Conservou-se ainda o nome da caravela capitaneada por Pero de Ataíde, a São Pedro. A outra caravela, comandada por Bartolomeu Dias, teve o seu nome perdido. A armada era completada por uma naveta de mantimentos, comandada por Gaspar de Lemos. Coube a ela retornar a Portugal com as notícias sobre a descoberta do Brasil.
Estima-se que a armada levasse mantimentos para cerca dezoito meses.
Baseado em documento incompleto que localizou na Torre do Tombo, em Lisboa, Francisco Adolfo de Varnhagen identificou cinco das dez naus que compunham a frota cabralina. Seriam elas Santa Cruz, Vitória,Flor de la Mar, Espírito Santo e Espera. A fonte citada por Varnhagen nunca foi reencontrada, portanto a maioria dos historiadores prefere não adotar os nomes por ele listados. A armada, assim, continua quase anônima.
Outros historiadores do século XIX declararam que a nau capitânia de Cabral era a lendária São Gabriel, a mesma comandada por Vasco da Gama na histórica viagem em que se descobriu o caminho marítimo para as Índias, três anos antes. Entretanto, não existem documentos para comprovar a tese.
Pouco antes da partida, el-Rei mandou rezar uma missa, no Mosteiro de Belém, presidida pelo bispo de Ceuta, D. Diogo de Ortiz, em pessoa, onde benzeu uma bandeira com as armas do Reino e entregou-a em mãos a Cabral, despedindo-se o rei do fidalgo e dos restantes capitães.
Vasco da Gama teria tecido considerações e recomendações para a longa viagem que se chegava: a coordenação entre os navios era crucial para que não se perdessem uns dos outros. Recomendou então ao capitão-mor disparar os canhões duas vezes e esperar pela mesma resposta de todos os outros navios antes de mudar o curso ou velocidade (método de contagem ainda atualmente utilizado em campo de batalha terrestre), dentre outros códigos de comunicação semelhantes.

A chegada em Vera Cruz

 
Pedro Álvares Cabral, capitão-mor da expedição que descobriu o Brasil.
No dia 24 de Abril, Cabral recebeu os nativos no seu navio. Então, acompanhado de Sancho de Tovar, Simão de Miranda, Nicolau Coelho, Aires Correia e Pero Vaz de Caminha, recebeu o grupo de índios que reconheceram de imediato o ouro e a prata que se fazia surgir no navio — nomeadamente um fio de ouro de D. Pedro e um castiçal de prata — o que fez com que os portugueses inicialmente acreditassem que havia muito ouro naquela terra. Entretanto, Caminha, em sua carta,[5] confessa que não sabia dizer se os índios diziam mesmo que ali havia ouro ou se o desejo dos navegantes pelo metal era tão grande que eles não conseguiram entender diferentemente. Posteriormente, provou-se que a segunda alternativa era a verdadeira.
O encontro entre portugueses e índios também está documentado na carta escrita por Caminha. O choque cultural foi evidente. Os indígenas não reconheceram os animais que traziam os navegadores, à exceção de um papagaio que o capitão trazia consigo; ofereceram-lhes comida e vinho, os quais os índios rejeitaram. A curiosidade tocou-lhes pelos objectos não reconhecidos - como umas contas de rosário, e a surpresa dos portugueses pelos objetos reconhecidos - os metais preciosos. Fez-se curioso e absurdo aos portugueses o fato de Cabral ter vestido-se com todas as vestimentas e adornos os quais tinha direito um capitão-mor frente aos índios e estes, por sua vez, terem passado por sua frente sem diferenciá-lo dos demais tripulantes.
Detalhe da A Primeira Missa no Brasil de Victor Meirelles (1861).
Índios tupinambás, gravura do século XVI.
Os indígenas começaram a tomar conhecimento da fé dos portugueses ao assistirem a Primeira Missa, rezada por Frei Henrique de Coimbra, em um domingo, 26 de abril de 1500. Logo depois de realizada a missa, a frota de Cabral rumou para as Índias, seu objetivo final, mas enviou um dos navios de volta a Portugal com a carta de Caminha. No entanto, posteriormente, com a chegada de frotas lusitanas com o objetivo de permanecer no Brasil - e a tentativa de evangelizar os índios de fato -, os portugueses perceberam que a suposta facilidade na cristianização dos indígenas na verdade traduziu-se apenas pela curiosidade destes com os gestos e falas ritualísticos dos europeus, não havendo um real interesse na fé católica, o que forçou os missionários a repensarem seus métodos de conquista espiritual.

farol da barra (bahia)

No século XVII, o porto de Salvador era um dos mais movimentados e importantes do continente, e era preciso auxiliar as embarcações que chegavam à Baía de Todos os Santos em busca de pau-brasil e outras madeiras-de-lei, açúcar, algodão, tabaco e outros itens, para abastecer o mercado consumidor europeu.
No fim desse século, após o trágico naufrágio do Galeão Santíssimo Sacramento, capitânia da frota da Companhia Geral do Comércio do Brasil, num banco de areia frente à foz do rio Vermelho, a 5 de maio de 1668, o Forte de Santo Antônio da Barra foi reedificado a partir de 1696, durante o Governo Geral de João de Lencastre (1694-1702), vindo a receber um farol - um torreão quadrangular encimado por uma lanterna de bronze envidraçada, alimentada a óleo de baleia -, de acordo com o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, o primeiro do Brasil e o mais antigo do Continente (1698), quando passou a ser chamado de Vigia da Barra ou de Farol da Barra.
 
 
O diário de bordo do corsário inglês William Dampier, em 1699, relata: "A entrada da Baía de Todos os Santos é defendida pelo imponente Forte de Santo Antônio, cujos lampiões acesos e suspensos para orientação dos navios, vimos de noite."
O Decreto Regencial de 6 de julho de 1832 determinou a instalação de um farol mais moderno, fabricado na Inglaterra, em substituição ao antigo. Ao término das obras, inauguradas em 2 de dezembro de 1839, o novo equipamento de luz catóptico erguia-se sobre uma torre troncônica de alvenaria, com alcance de dezoito milhas náuticas com tempo claro.
Em 1937, o antigo sistema "Barbier" (incandescente a querosene) de iluminação foi substituído por luz elétrica, comemorando-se o primeiro centenário do farol a 2 de Dezembro de 1939. Atualmente o farol encontra-se consagrado como um dos ícones da capital baiana, inspirando artistas e poetas.

*-* o clone *-*

A história começa no ano de 1981. Leônidas Ferraz é um empresário viúvo que tem uma vida resumida a seus negócios, não tendo muito tempo para a sua vida pessoal. Ele é pai de gêmeos idênticos: Diogo, um rapaz alegre e boa-praça, é o preferido dele para sucedê-lo em seus negócios, e Lucas, um rapaz romântico e galanteador, que aproveita a vida sem compromissos profissionais. A única semelhança entre Lucas e Diogo é a aparência física, pois os dois têm personalidades completamente diferentes.
A bela e romântica muçulmana Jade vive no Brasil com a sua mãe Sálua. Após a morte da mãe, Jade, com apenas 18 anos, volta para a cidade de Fez, no Marrocos, para viver com o seu tio Ali, que também cuida de sua outra sobrinha, Latiffa. Ali quer escolher bons maridos para as sobrinhas. Ele deixa Jade e Latiffa sob os cuidados da governanta Zoraide, que ama as meninas como se fossem suas próprias filhas. Zoraide inclusive se torna cúmplice de todas as loucuras de amor de Jade, já que ela mesma nunca conseguiu casar.
Diogo e Lucas vão passar uns dias no Marrocos junto com o padrinho de Diogo, o cientista Albieri, que o ama como se fosse seu próprio filho. Os irmãos conhecem novos amores: Diogo se encanta pela bela Yvete, e passam juntos uma noite de amor. Visitando a casa de Ali, grande amigo de Albieri, Lucas conhece e se apaixona perdidamente por Jade, sendo correspondido, mas são impedidos de se amarem por causa dos costumes muçulmanos, defendidos rigorosamente por Ali, que quer que Jade se case com Said, amigo da família. Jade se recusa, pois não aceita os costumes e tradições muçulmanas e se dispoõe a fugir de seu país para se casar com Lucas no Rio de Janeiro. Eles passam a viver uma história de amor, encontrando-se às escondidas, em uma relação verdadeira e perigosa, onde o amor prevalece. Eles sempre se encontram nas ruínas do deserto e lá acontece a primeira vez de Jade, já que Lucas promete casamento quando fugirem. Jade é a única que consegue desafiar a fúria do tio Ali, já que todos o temem. Ela não aceita viver num país onde o homem manda, em que a mulher pode morrer por não se casar virgem e tem que viver sob a autoridade de um marido que a família escolhe. No Marrocos, Diogo é apresentado pelo pai a Yvete, descobrindo que ela é a namorada desconhecida de seu pai e imediatamente a reprova, uma vez que seu pai fora traído, pois eles transaram antes de saber um sobre o outro. Yvete não se entrega e cria intrigas para continuar com Leônidas que, após hesitar, decide apoiar a namorada.
Brigado com o pai, ele volta ao Brasil e acaba sofrendo um acidente fatal de helicóptero, para o desespero de sua família. Sua morte provoca muitas reviravoltas em sua família: Leônidas, arrasado e cheio de remorsos, se distancia de Yvete, mas sempre ela o seduzirá e eles viverão entre indas e vindas.
Lucas ainda está no Marrocos e não sabe de nada ainda. Como Latiffa se casou e foi para o Brasil, Jade recebe autorização para ir com ela e Lucas. Chegando de volta ao Rio de Janeiro, Jade e Lucas continuam se encontrando às escondidas e Lucas decide se casar com ela e levá-la para a casa do pai, mesmo sofrendo muito pela morte de Diogo. Seu pai o proíbe de casar e diz que ele tem que terminar a faculdade e que não aceitará uma mulher na casa. Jade, totalmente apaixonada, foge da casa de Latiffa, manda uma carta para o tio Ali dizendo que nunca mais voltará. Desesperado, Lucas vai ao encontro da amada e diz que é impossível eles tomarem qualquer atitude agora, pois Diogo morreu e o pai não a aceita na casa dele. Jade fica em profunda depressão e volta para a casa de Latiffa.
Sem alternativa e com medo de ser expulsa da família por ela ter cometido diversos pecados (segundo as tradições religiosas de sua família) que acabariam com a reputação moral dos familiares, Jade é obrigada a voltar para o Marrocos e aceita a escolha de seu tio Ali, casando-se com Said. Apaixonado por Jade, Said a aceita mesmo após descobrir que ela já não é mais virgem, chegando a fazer um corte em um dedo da mão para simular o sangramento que Jade teria na primeira relação sexual dos dois, a fim de acabar com as suspeitas de Ali. Mas Said entra em fúria e a faz sofrer muito. Mesmo assim, após o casamento, Lucas volta ao Marrocos e eles passam a se encontrar novamente, e eles tentam fugir. Jade passa a ser sensual e provocante com Said, dançando muito para ele e consgeue muitas joias e ouro das mãos dele mas vende tudo para ir embora. Porém Lucas a deixa esperando pela terceira vez. Ele demorou a chegar ao local do encontro e Said mandou a polícia achar Jade, assim ela é levada a força, mas perde seu colar que possuía uma pedra jade, colar que ela carrega desde que nasceu e que salvou a vida dela quando bebê. Ela volta para a casa do marido e fala que perdeu suas joias e ficou desesperada e por isso sumiu. Ele fica desconfiado mas acredita, e ela se desespera pois perdeu sua pedra jade, que lhe dava sorte. Lucas consegue chegar ao local, mas não vê Jade ali. Ele encontra seu colar e leva com ele para o Brasil.
O tempo passa e Jade vê que é impossível fugir, e chega a conclusão que Deus não destinou Lucas a sua vida. Então ela com muita tristeza, liga para Lucas e diz para ele esquecer o amor que tiveram, que tudo foi uma ilusão e que ela ama Said, ele fica muito decepcionado e volta ao Marrocos para ouvir isso dela, e ela, mesmo o amando demais, é dura e insensível e diz muita coisa, que destroi Lucas por dentro. Ele decide voltar ao Brasil e esquecer esse amor, e Jade vai chorar nos braços de Zoraide.
Enquanto isso, Jade sofre muito no casamento, não pode sair de casa, é obrigada a fazer tudo e tratada como empregada. Said é super apaixonado mas sabe que ela não o ama e isso o faz sentir ciúmes e tratá-la com dominação e frieza. Ela quer se divorciar para poder viver no Brasil com as amigas e fazer faculdade. Ela sofre mais ainda quando Said mostra a ela notícias de que Lucas casou e vai ser pai e joga na cara dela que ele é feliz, fato que a deixa bem por ele estar feliz, mas queria que fosse com ela e não com outra. Latiffa sempre a avisa sobre Lucas, pois ela o vê às vezes.
Ela passa a ser uma péssima esposa e dona-de-casa. Ela quer arranjar uma segunda esposa para ele, assim pode pedir para que ele dê o divórcio, mas ele diz que jamais a deixará livre. Ela combina com uma moça, que seduz Said, mas ele descobre o golpe e aí tudo é desfeito. Ela também tem que aguentar as maldades de Nazira, irmã de Said, que sempre a inferniza e a joga contra Said, a tratando muitas vezes como uma escrava da casa.
Ela não vê saída e tenta descobrir a senha do cofre dele. Um dia ele deixa aberto, e ela pega o passaporte e muito ouro e tenta fugir, e Zoraide a ajuda, mas de novo dá errado.
O cientista Albieri, grande amigo de Leônidas e padrinho dos gêmeos, também se abala muito com a morte de Diogo. Em certo dia, quando Lucas vai ao seu laboratório extrair uma pinta, Albieri decide, em segredo, guardar as células dele para cloná-lo e assim "trazer Diogo volta", seu afilhado que amava muito, realizando o maior sonho de sua vida: Ser o primeiro a realizar a clonagem de um ser humano. Ele guarda as células de Lucas, mas propositalmente elas são usadas para inseminar Deusa, uma mulher que sonha em ser mãe. Acreditando ter feito uma inseminação artificial comum, Deusa dá a luz ao filho, sem saber que é um clone de Lucas, um outro rapaz. Deusa também não sabe que Léo não é seu filho biológico.
Inicialmente, Albieri fica horrorizado com o acaso, mas depois afeiçoa-se enormemente ao filho de Deusa, chamado Léo, tornando-se padrinho dele também e melhor amigo de Deusa. Sua obsessão pelo garoto assusta Deusa, que decide ir embora com o filho de volta para a sua cidade, Belém do Pará. Albieri permanece no Rio de Janeiro, acompanhado de sua fiel assistente Edna, que alimenta um amor platônico por ele.

Segunda fase

Passam-se 20 anos. Jade está casada com Said, e tenta ser feliz ao lado dele, mas nunca conseguiu esquecer Lucas completamente, que foi e é o homem de sua vida. Said e Jade têm uma filha, Khadija. Jade, no início do casamento fez um inferno na vida de Said, sendo uma péssima esposa afim dele pedir a separação e ela voltar para Lucas, mas com o tempo teve que parar de sonhar com um amor impossível e voltar a realidade, difícil e cruel. Zoraide é sua amiga e confidente e até hoje a ajuda a tentar achar Lucas.
Consciente de que Jade nunca o amou realmente, Said, posteriormente, casa-se também com a jovem Ranya e tem um filho com ela. Jade fica super feliz com isso, pois pode fazer a cabeça dele e conseguir se separar, mas ele não a ouve e só a faz sofrer. Em outro momento, em um ato de fúria com Jade pelo comportamento rebelde dela, já que ela não aceita receber ordens de marido e discute muito com ele, ele a repudia três vezes, o que significa divórcio, mas se arrepende. No entanto, pelos costumes muçulmanos, o marido só pode voltar atrás nesta decisão caso arranje um outro marido para sua mulher, para que este também a repudie. Foi o que Said fez: Ele pede ao amigo Zein, um mulherengo convicto, que se case de fachada com Jade por um dia, para que ela possa voltar para ele depois. Só que Zein se apaixona por Jade, sendo mais um disputando seu amor. E por um dia Jade tem que aguentar um chato dizendo que a ama!
Já Lucas, a contragosto, passou a trabalhar na empresa do pai, que o pressionava para ser como Diogo. Lucas casou-se a bela Maysa, que namorava Diogo à época do acidente e que se apaixonou por Lucas assim que o viu pela primeira vez, já após a morte do gêmeo. Com Maysa, Lucas também teve uma filha: Mel. Com o tempo Maysa se tornou uma mulher amarga e fria, que vive em briga com Mel e com Lucas, que até hoje não esquece Jade. Jade e Lucas, inclusive, se encontraram uma vez no Brasil depois que ela se casou, foi o último encontro a 20 anos atrás.
Após 20 anos de solidão e saudades, Lucas e Jade se reencontram no Rio de Janeiro por acaso, quando ela vem ao Brasil com Said, que vinha para tratar de negócios com Leônidas. Lucas e Jade nem acreditam quando se veem e a chama do amor se ascende e tudo que eles viveram volta a mente e lentamente voltam a fazerem planos para ficarem juntos, e Lucas dá a chance final a ela: Ou foge com ele ou se separam de vez! Por outro lado, Said e Maysa chegam a ter um rápido relacionamento para afogarem as mágoas.
Mel desenvolve dependência química junto com dois amigos, Nando e Regininha. Em outra ocasião, Lobato, sócio de Leônidas, também sofre com dependências relacionadas ao alcoolismo. Ele perdeu o emprego e os familiares por causa disso e vive um desespero. Mel chega a ser presa por porte de drogas, e ainda participa de um assalto a ônibus para conseguir dinheiro para comprar cocaína, chegando também a facilitar um assalto em sua própria casa, deixando sua própria mãe Maysa sob a mira de um revólver. A dependência dela contribui para estragar mais um plano de Lucas de fugir com Jade, já que Mel é agressiva e vive em fúria.
Mel começa a querer mudar após se apaixonar por Xande, contratado por Leônidas para ser segurança de sua neta. A princípio ela o odeia demais, mais com o tempo acaba por se apaixonar. Mel é correspondida e ganha o apoio do namorado, que a ajuda em tudo, mas não consegue se livrar das drogas, sofrendo um aborto espontâneo em sua primeira gravidez. Já na sua segunda, ela coloca a sua própria vida e a do filho em risco durante o parto, por estar drogada no momento. Maysa se fortalece com o apoio de Clarice, mãe de Nando, a procurar ajuda para seus filhos.
Léo reencontra Albieri ocasionalmente nos Lençóis Maranhenses. Ele acompanha o padrinho em uma viagem para o Marrocos, onde Albieri visitará seu amigo Ali. Lá, Léo conhece Jade e se apaixona por ela, exatamente como aconteceu com Lucas 20 anos antes. Ele, então, disputa com Lucas o amor de Jade, que sabe quem é cada um, mas ao ver Léo por um rápido momento achou ser Lucas. Léo ´passa a perseguir Jade a querendo de qualquer forma, e Lucas manda ele parar de viver uma vida que não é dele.
Quando o clone descobre toda a verdade, ele começa a refletir sobre sua vida e, quando Leônidas Ferraz descobre também, briga na justiça com Deusa pela paternidade de Léo, que entra em desespero alegando não saber nada sobre a clonagem e fica horrorizada ao saber que seu filho não tem seu sangue e sim da esposa de Leônidas, já falecida e do próprio Leônidas, já que ele é filho dele.
Latiffa já está casada a 20 anos com o irmão de Said, o religioso Mohammed, com quem teve dois filhos: Samira e Amin. Quando a família vai morar no Brasil, na casa de Nazira, irmã de Mohammed e Said, eles têm um choque de culturas imenso. Latiffa é o total oposto de Jade e aceitou normalmente casar com alguém que o tio escolheu, além de aceitar que o marido mande nela.
Nazira tem um amor imaginário, Miro, com quem tem uma relação de amor e afeto. Samira, criada no Brasil, é idêntica a Jade e não consegue viver de acordo com as regras islâmicas. Apaixona-se por seu colega de escola, Zé Roberto, e esconde dos pais a sua primeira menstruação - momento que marcaria o início de sua obrigação em usar o véu. Ela também demonstra horror ao casamento que seus pais procuram lhe arranjar. Khadija, pelo contrário, é idêntica a Latiffa e sonha em usar o véu e casar com alguém que o pai escolher. Ela é a melhor amiga de Samira, que fica horrorizada em ver que a prima aceita normalmente esses costumes antigos e sem sentido.
Dona Jura, mãe de Xande, é uma mulher divertida e engraçada. Ela é namorada de Tião, um homem aproveitador e um dos fiéis frequentadores de seu bar, localizado no bairro de São Cristovão, no Rio de Janeiro, bastante famoso no local devido aos pastéis que faz. Segundo os moradores, são bastante saborosos. Lá é o ponto de encontro dos moradores do bairro, como os amigos Ligeirinho e Raposão.
Fim
Jade consegue abandonar Said de vez e se livrar da dominação de um marido cruel e juntos, Lucas e Jade vivem felizes, com quem tem mais um outro filho chamado Bruno Ferraz que aparece na telenovela ja grande com 6 anos. Khadija não foi com Jade, e fica morando com o pai, pois pela lei islâmica os filhos pertencem ao pai. Said mesmo em fúria perdoou Jade pois ela nunca escondeu dele que amava Lucas. Ele se casa com mais duas mulheres e passa a ter três esposas, todas vivem brigando e ele tem que aguentar isso.
Já o clone, Léo, desaparece com o seu padrinho Albieri nas dunas do deserto do Saara, entrando em uma tempestade de areia. Mel e Nando conseguem se livrar da dependência química, exceto Regininha, que desaparece misteriosamente. Eles abrem uma clínica para dependentes químicos com o nome de Regininha, em homenagem à amiga. Leônidas, que nunca deixou de gostar de Yvete, se casa com ela e os dois têm gêmeos, recomeçando toda a história. Zoraide se casa com Ali, para sua alegria em poder um dia construir família. Nazira pensa em Miro, que lhe aparece como em seus sonhos: vestido de árabe e montado em um cavalo alado branco, ele a leva embora para o Marrocos, onde os dois são saudados pelo povo como reis. Said se casa com Zuleika, antiga pretendente de Mohamed. Amina, irmã de Ranya se casa com um comerciante muito rico. Mohammed acredita que Zé Roberto será um bom muçulmano e um bom noivo para sua filha Samira e muda o costume, aceitando um estrangeiro na religião, vendo que quando se há amor, não existe cultura nenhuma que impeça desse sentimento acontecer!

mitologia grega

Mitologia grega é o estudo dos conjuntos de narrativas relacionadas aos mitos dos gregos antigos, de seus significados e da relação entre eles e os povos — consideradas, com o advento do cristianismo, como meras ficções alegóricas.[1] Para muitos estudiosos modernos, contudo, entender os mitos gregos é o mesmo que lançar luz sobre a compreensão da sociedade grega antiga e seu comportamento, bem como suas práticas ritualísticas.[2] O mito grego explica as origens do mundo e os pormenores das vidas e aventuras de uma ampla variedade de deuses, deusas, heróis, heroínas e outras criaturas mitológicas.
Ao longo dos tempos, esses mitos foram expressos através de uma extensa coleção de narrativas que constituem a literatura grega e também na representação de outras artes, como a pintura da Grécia Antiga e a pintura vermelha em cerâmica grega.[3][4] Inicialmente divulgados em tradição oral-poética, hoje esses mitos são tratados apenas como parte da literatura grega.[6] Essa literatura abrange as mais conhecidas fontes literárias da Grécia Antiga: os poemas épicos Ilíada e Odisséia (ambos atribuídos a Homero e que focam sobre os acontecimentos em torno da Guerra de Tróia, destacando a influência de deuses e de outros seres), e também a Teogonia e Os Trabalhos e os Dias, ambos produzidos por Hesíodo. Os mitos também estão preservados nos Hinos homéricos, em fragmentos de poemas do Ciclo Épico, na poesia lírica, no âmbito dos trabalhos das tragédias do século V a.C., nos escritos de poetas e eruditos do Período Helenístico e em outros documentos de poetas do Império Romano, como Plutarco e Pausânias. A principal fonte para a pesquisa de detalhes sobre a mitologia grega são as evidências arqueológicas que descobrem e descobriram decorações e outros artefatos, como desenhos geométricos em cerâmica, datados do século VIII a.C., que retratam cenas do ciclo troiano e das aventuras de Hércules. Sucedendo os períodos Arcaico, Clássico e Helenístico, Homero e várias outras personalidades aparecem para completar as provas dessas existências literárias.
A mitologia grega tem exercido uma grande influência na cultura, nas artes e na literatura da civilização ocidental e permanece como parte da herança e da linguagem do Ocidente.[8] Poetas e artistas desde os tempos antigos até o presente têm se inspirado na mitologia grega e descoberto que os temas mitológicos lhes legam significado e relevância em seu contemporâneo.[9] Seu patrimônio também influi na ciência, como no caso dos nomes dados aos planetas do Sistema Solar e em estudos teóricos, acadêmicos, psicanalíticos, antropológicos e muitos outros, além de nos dias de hoje tradições neopagãs como a Wicca serem influenciadas por ela e outras como o Dianismo, a Stregheria e principalmente o Dodecateísmo (ou Neopaganismo Helênico) tenham tentado resgatar suas crenças.